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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O chefe de produção de Kid Icarus Uprising (3DS), Masahiro Sakurai, confirmou na última edição daOfficial Nintendo Magazine que o jogo que marca a estreia de Pit no console 3D da Nintendo terá suporte ao Circle Pad Pro. Sakurai complementa, dizendo que o acessório será muito útil aos jogadores canhotos que tem dificuldade em usar astylus na mão direita. O jogo será completamente jogável sem o acessório, tornando-o opcional para quem quiser fazer uso dele.





Conforme publicou o site Diario Digital, a Nintendo atingiu a marca de 12 milhões de consoles vendidos nos Estados Unidos no ano passado. Entre o número estão 4,5 milhões de unidades do Wii, 4 milhões de Nintendo 3DS e e 3,4 milhões de Nintendo DS. Os games que mais fizeram sucesso foram Mario Kart 7, Super Mario 3D Land e Zelda: Skyward Sword. Mas no Japão, o mercado regrediu novamente.

Na terra do sol nascente, pelo quarto ano consecutivo, o mercado de games regrediu. Em 2011, os games movimentaram no Japão cerca de 454 bilhões de ienes, uma queda de 8% comparado ao ano anterior. Para se ter uma ideia, em 2010, sete jogos conseguiram vender mais de um milhão de unidades. Em 2011, apenas 3 jogos superaram essa marca e, entre eles, o mais bem sucedido foi Mario Kart 7, com 1,08 milhões de unidades. Essas informações são do siteipcdigital. Será que em 2012 será diferente?


A Square Enix está preparando uma mudança de seus escritórios para um prédio novo em Shinjuku, conforme noticiamos na última sexta-feira. Sua última relocação tinha sido feita em 2003, pouco tempo após a fusão entre a Squaresoft e a Enix - ocasião na qual a empresa passou a ter sede no movimentado distrito de Tóquio.

Segundo o compositor Nobuo Uematsu, que revelou em entrevista concedida ao site 1Up que deixou a Square Enix por causa da mudança para Shinjuku, o presidente da companhia, Yoichi Wada, tinha decidido na época o novo lar da empresa pelo conselho de uma vidente. "Eu ouvi dizer que o Wada levou uma seleção de alguns locais para uma vidente chamada Pao. Ela disse que a antiga sede em Meguro não traria sorte para a companhia, e apontou para Shinjuku. Foi por isso que ele decidiu mudar para lá. Eu ouvi isso do próprio Wada," afirmou.
A The Pokémon Company está distribuindo desde a última sexta-feira para donos de Pokémon Black e White criaturas Shiny especiais nas várias lojas Pokémon Center espalhadas pelo Japão.

A promoção, que está sendo realizada em comemoração ao Ano do Dragão do calendário chinês, dará para fãs japoneses da série quatro ovos até o dia 5 de fevereiro - um por semana. Deles nascerão Horsea, Trapinch, Swablu, Bagon, Druddigon ou Deino - criaturas que ou são do tipo Dragão, ou tornam-se dele em seu estágio final de evolução.


Participantes também receberão a cartela de adesivos mostrada na imagem acima em qualquer uma das lojas da rede.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Tamanho: 7,22MB
Gênero: Aventura/Rpg
Classificação: Livre
Conteúdo: Aventura/Rpg


The Legend of Zelda: The Minish Cap é um jogo eletrônico da série The Legend of Zelda. Seu lançamento foi, por muitos, passado despercebido por culpa das expectativas pelo segundo Zelda para o Nintendo GameCube, Twilight Princess.

Nessa aventura a peça-chave é o item descrito no subtítulo. Ezlo, o minish cap vem a ser um chapéu que diminui o tamanho de Link e, assim, ele pode atravessar locais que seria impossível em seu tamanho normal.

Tamanho: 6,65MB
Gênero: Aventura
Classificação: Livre
Conteúdo: Aventura


Pokémon Emerald Version é um jogo da série Pokémon para Game Boy Advance. É a versão melhorada de Pokémon Ruby & Sapphire, voltando a Hoenn. A história é praticamente a mesma de Ruby & Sapphire, com mudanças na parte do Team Magma e Team Aqua e a adição da Battle Frontier.

Tamanho: 8,6MB
Gênero: Aventura
Classificação: Livre
Conteúdo: Aventura


Naruto: Ninja Council 2 (conhecido no Japão por Naruto: Saikyou Ninja Daikesshu 2) é um jogo de vídeo game baseado na serie de anime e manga Naruto, lançado com exclusividade para o Nintendo Game Boy Advance.

O jogo se passa basicamente na terceira temporada do anime, mais com algumas diferenças, como algumas áreas que não aparecem no anime. O jogo permite um modo cooperativo entre dois jogadores utilizando o cabo link, e até quatro jogadores mo modo de luta.
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Primeiro nos empolgamos com a notícia de que Kirby And The Amazing Mirrorviria para o programa de embaixadores do Nintendo 3DS, mas logo em seguida fomos surpreendidos com a notícia de que, talvez, este game não estaria na lista. Bom, mesmo sem termos certeza – mas sobrando esperança – decidimos falar sobre um dos games mais divertidos da bolota rosa da Big N, que por uma desventura do destino acabou se metendo em uma confusão no mundo dos espelhos. Kirby deverá ter muito “reflexo” (rs) para derrotar os vilões deste game de Game Boy Advance.

Os reflexos de Kirby

Acima de Dream Land há o mundo dos espelhos onde qualquer desejo que possa ser refletido torna-se realidade. Infelizmente, em um certo dia, este mundo passa a copiar apenas os desejos ruins das pessoas. Sabendo disso, Meta Knight decide voar para salvar este mundo, mas acaba sendo derrotado por sua versão maligna e quebra o espelho em oito fragmentos. Kirby acaba encontrando o Dark Meta Knight que o corta em quatro pedaços de diferentes cores. Assim, Kirby decide ir atrás desse novo mal, e ainda ganha a ajuda de suas outras versões, cada uma com um telefone celular caso o rosinha precise de ajuda. Tudo o que eles precisam fazer é recuperar todos os fragmentos para restaurar a paz que já não pode ser mais refletida.


Passando as minhas piadas ruins sobre as analogias com o nome do game, The Amazing Mirror é uma sequência, inicialmente, como qualquer outra da série Kirby. A visão é a famosa side-scrolling com toda a ação ocorrendo de “lado”. O herói rosa continua absorvendo seus inimigos e ganhando suas habilidades. Chefes aparecem ao fim de cada percurso e a dificuldade baixa da série continua nos conformes nesta versão. 



A diferença acaba sendo na forma como o mundo do game é apresentado. A cada nova habilidade, Kirby pode seguir em qualquer direção para enfrentar qualquer fase. Desta forma, a sensação de mundo aberto é bem eficaz e interessante, dando aquela vontade bacaninha de explorar de tudo um pouco para fazer o sensacional 100% que tanto curtimos. Outra boa novidade é a adição do tal “telefone celular” que Kirby carrega. Apertando o botão L do GBA, você pode chamar a ajuda dos outros Kirbys coloridos para darem aquela mão em situações mais complicadas. Mas é bom ficar atento com a bateria, pois se ela se esgotar não haverá mais como dar aquela ligadinha para os amigos.

Diversão multi-Kirby

The Amazing Mirror é um game bastante completo não apenas por sua aventura empolgante e todo o seu carisma. Ele contém um modo multiplayer bem bacana onde quatro amigos – cada um com o seu GBA e uma cópia do game – podem se aventurar pelo mundo dos espelhos. Caso esteja jogando sozinho, os outros Kirbys são comandados pelo computador o que acaba não atrapalhando. Eles derrotam alguns inimigos e abrem passagem para você continuar por seu caminho.

Há, também, mini-games que ajudam aumentar a diversão e a duração do game. Em um deles os Kirbys disputam para ver quem consegue quebrar uma rocha mais do que os adversários. Há uma barra lateral que se enche constantemente para obrigar o jogador a apertar o botão no momento certo. A ideia desses mini-games também segue na questão de quebrar recordes e obter muitos pontos.

Kirby, seu rosinha bacaninha



O game foi lançado em julho de 2004, meses antes do lançamento do Nintendo DS e de sua nova e impressionante tecnologia da tela de toque. Kirby And The Amazing Mirroracabou sendo um sucesso de crítica, com notas gerais beirando o 8 de 10. Suas vendas foram satisfatórias para a Big N, o que garantiu novos títulos logo no lançamento do novo portátil. A qualidade deste game é alta, seus gráficos estilosos, coloridos e carismáticos somam a sua sensacional trilha sonora e a sua jogabilidade – mesmo que um tanto quanto “old fashion” – é impecável.

Este é o único título da série onde o famoso King Dedede não aparece, foi o último da bolota a ser lançado no GBA, e pode é considerado o mais longo de toda a franquia. Ele exige uma dedicação nunca antes exigida em qualquer aventura de Kirby. É um dos meus favoritos junto com Kirby’s Adventure e merece uma jogada do começo ao fim, pois mesmo sendo todo fofinho e bonitinho, esta aventura empolga toda e qualquer idade.


TheLostAgeBox

Mesclando uma fórmula tradicional de RPG a uma mecânica de puzzles parecidos com os de Zelda, Golden Sun tornou-se um dos melhores jogos do gênero para o GBA. Depois do sucesso do primeiro game, que, por incrível que se pareça, foi maior nas Américas do que no Japão, a Camelot não perdeu tempo em preparar uma continuação. Em Abril de 2003, dois anos após o lançamento do primeiro game, chegou às lojas Golden Sun: The Lost Age. Com uma fórmula e uma engine gráfica idênticas ao primeiro sucesso, descubra por que esta não é uma mera “sequência”, mas sim um jogo fantástico.

A História Perdida



The Lost Age é uma continuação direta dos eventos do primeiro jogo, logo, tome cuidado com spoilers ao ler este texto. Para quem não sabe, ao fim do primeiro Golde Sun, o Farol Venus é acesso, no entanto, os jogadores não sabiam de outras coisas que aconteciam no farol enquanto controlavam o personagem Isaac e seu grupo. É neste 2º game que é explicada como a jornada de Felix, sua irmã Jenna e os companheiros Sheba, Kraden e Piers começa. Após deixarem o Farol Venus, o grupo sofre com os tremores causados quando o Farol é acesso, tremor este responsável por um terremoto capaz de separar a península onde nosso heróis se encontram. O pedaço de terra vai parar no continente de Indra, que é o novo ambiente do jogo. Esta questão das dimensões do mundo é muito mais explorada nesta continuação, uma vez que torna o mundo de Weyard algo vasto e de proporções planetárias.

A jornada de Felix é tão interessante quanto a de Isaac. O jogador controla o herói por uma infinidade de cenários, conhece muitos personagens e se aprofunda mais e mais na trama. A cada nova cidade, você soluciona os problemas do lugar e até recebe novos integrantes para o
 

grupo, como o guerreiro Piers e novos mascotes Djinns. Na verdade, a trama da franquia Golden Sun é espetacular. A história do primeiro jogo é muito boa, e a de sua sequencia não deixa a desejar. Pode ter uma progressão lenta, mas é algo memorável; um dos melhores enredos do GBA. No entanto, os personagens batem muito papo durante o jogo, o que torna alguns momentos monótonos. Não é à toa que não darei maiores detalhes, é melhor você mesmo descobrir.
RPG + Puzzle = ?



Talvez você já tenha visto a fórmula de Golden Sun em vários outros RPGs: aquele típico jogo onde as batalhas são divididas em turnos, os personagens têm magias e golpes separados por elementos… Enfim, é com essa mecânica manjada que The Lost Age consegue se tornar um ótimo jogo. Antiga ou não, a fórmula de RPGs tradicionais nunca perde o gosto. O nível de dificuldade é bem balanceado; não é um game impossível, mas desafiador. Cada um dos personagens é perito em um elemento do jogo, são eles Venus, Mars, Jupiter e Mercury, o que, na verdade, são substitutos para terra, fogo, vento e água, respectivamente. A fórmula torna-se mais complexa quando se incrementa um sistema de Djinns, que não só são os mascotes fofinhos do jogo, mas também são muito destrutivos. Estas criaturinhas garantem golpes especiais e, acima de tudo, invocações colossais. É possível invocar titãs, deuses, criaturas místicas e fenômenos da natureza em fúria para dilacerar seus inimigos. E você achava que os Djinns eram só bonitinhos…



Fora das batalhas, The Lost Age é repleto de elementos de RPG e puzzle. Explorar mapas em busca de itens e conversar com outros personagens atrás uma nova quest são coisas típicas de um RPG, mas este game vai além. Há uma gama de puzzles a serem solucionados usando as Psynergy, que são as magias do jogo. Os enigmas não são complicados e nem sempre divertidos, mas quebram a monotonia e dão certa identidade ao game.
Magicamente bonito



Talvez eu já tenha listado motivos o suficiente para Golden Sun: The Lost Age ser um título memorável na vasta biblioteca do GBA, mas aqui vai mais um: ele é lindo. Os gráficos usam um sistema de falso 3D semelhante ao da trilogia Donkey Kong Country (SNES). É incrível como o game consegue construir este efeito usando o aparato técnico do GBA, e ainda sobra espaço para caprichar bastante em outros efeitos visuais. Não há como negar que, o que o jogo podia fazer para incrementar a beleza de suas batalhas, ele fez. Cada ataque comum, cada magia, cada golpe especial e cada invocação é reproduzida com uma grande beleza gráfica, sobretudo esta última. O efeito pseudo-3D impede que se possa caprichar muito nos sprites dos personagens fora das batalhas, você logo isso percebe ao comparar com os sprites de grandes jogos bidimensionais do GBA.



Mas não é só os olhos que o jogo cativa, mas também os ouvidos. Vamos combinar: para que um jogo se torne histórico, é preciso ter uma trilha sonora única e chamativa. The Lost Age tem um grande repertório de canções que vão da tranquilidade das cidades até a ferocidade de uma batalha com um chefão. Todas são muito bem feitas, nem todas memoráveis, mas interessantes. A melodia tema das batalhas, por exemplo, já foi remixada e posta no estágio Norfair do jogo Super Smash Bros. Brawl, que reúne personagens e elementos históricos dos video-games, sobretudo da Nintendo. Para ter uma de suas músicas em um dos principaiscross-over do mundo dos games, não é pouca coisa não! Se você procura um RPG fantástico e com uma trama mais do profunda, recomendo jogar tanto Golden Sun quanto Golden Sun: The Lost Age
Os quatro elementos


Felix

Personagem principal do segundo jogo. É perito em Psynergy Venus, logo, é capaz de manipular terremotos e invocar plantas gigantes. Felix é o irmão mais velho de Jenna, ambos viviam em xx com Isaac e Garet (personagens principais do primeiro jogo). Depois de um acidente que envolveu a cidade inteira, Felix tinha sido tomado como morto após ter sido levado pelas fortes correntezas. Ele reaparece depois mascarado como fiel ajudante dos vilões Saturos e Menardi. Em The Lost Age, é o líder do grupo.

Jenna

Capaz de invocar labaredas de fogo e materializar magma, Jenna é uma das personagens principais de The Lost Age. A jovem, perita em Psynergy Mars, é irmã mais nova de Felix. Ela acompanha Isaac e Garet no primeiro game até ser sequestrada por Saturos e Menardi junto com o sábio Kraden. Ela e Kraden são enfim libertos, ambos então se unem a Felix em The Lost Age, com quem começam uma nova jornada pelo mundo de Weyard.

Sheba

Sheba é adepta a Psynergy Jupiter, o que dá a ela habilidades de controle sobre o vento e manipulação de relâmpagos. No primeiro jogo é apenas uma NPC, mas na continuação torna-se uma importante peça da trama, sendo personagem jogável. Sheba é uma das mais misteriosas personagens do jogo, seu passado é obscuro e pouco acessível aos jogadores. Destaca-se por sua habilidade de ler mentes


Piers 

Graças aos poderes da Psynergy Mercury, Piers é capaz de evocar a violências das águas e congelar seus inimigos. É um guerreiro que estréia neste game, o que não acontece com os outros três personagens principais. Inicialmente ele é encontrado pro Felix e seu grupo preso numa cela da cidade de Madra, mas, ao decorrer do jogo, torna-se um membro permanente do grupo e de grande ajuda na jornada do game.


Todo treinador que começa sua jornada em Kanto sabe que assim que chegar em Pewter o bicho vai pegar. É lá que o treinador vai enfrentar pela primeira vez o desafio de um líder de ginásio, obstáculo que precisa ser ultrapassado por todos aqueles que querem ser Mestres Pokémon. No Stage Select de hoje, vamos relembrar os desafios da cidade conhecida pelos monstrinhos do tipo pedra.

Como já dissemos aqui, Pewter City (em japonês ニビシティ Nibi City) é uma cidade localizada na região noroeste de Kanto. Ela fica situada entre a Viridian Forest (via Route 2) e a Montanha da Lua (via Route 3).


Visão geral da cidade de Pewter em Pokémon Red/Blue/Yellow; Pokémon Gold/Silver e Crystal e Pokémon Fire Red/Leaf Green respectivamente. Lá no alto, o mapa mostra a cidade na mais recente versão, Pokémon Heart Gold/Soul Silver.



Na cidade está localizado o famoso Pewter Museum of Science, especialista na análise de fósseis. O edifício principal está aberto ao público ao custo de apenas 50. Lá é possível visualizar vários artefatos históricos, incluindo fósseis de Aerodactyl e Kabutops, e um modelo de um ônibus espacial. No museu, o jogador também pode receber o Old Amber. Vale lembrar que na geração II o museu está fechado para reformas.

Em Pokémon Fire Red & Leaf Green, a população de Pewter é estimada em 33 pessoas. Já em Heart Gold & Soul Silver, a população caiu para 30.

Pewter Gym

O ginásio da cidade de Pewter é liderado por Brock, o especialista em Pokémons do tipo pedra (rock). Todo treinador que consegue derrotá-lo, é agraciado com a Boulder Badge. No primeiro game da série, Pokémon Red & Blue, e também nos remakes Pokémon Fire Red & Leaf Green, o ginásio de Pewter é o primeiro desafio de ginásio do jogador.



Visão geral do ginásio de Pewter em Pokémon Red/Blue/Yellow; Pokémon Gold/Silver/Crystal, Pokémon Fire Red/Leaf Green e Pokémon Heart Gold/Soul Silver respectivamente

No anime

O primeiro episódio do anime em que a cidade de Pewter apareceu foi logo o quinto:A exibição no ginásio de Pewter. No episódio, temos uma visão do ginásio, com pedras e construções rochosas espalhadas por todo o campo de batalha, e da casa onde o líder Brock mora com seus nove irmãos. Logo após uma derrota para Ash, onde Pikachu une a força de sua eletricidade com a água dos sprinklers contra incêndio, Brock decide seguir o sonho de se tornar o maior Criador Pokémon do mundo e segue Ash em sua jornada.


Ao redor da cidade, ainda é possível encontrar um salão para os Pokémon Contests e uma vertente da Batalha da Pirâmide. Também foi em Pewter que nasceu Solidad, o vencedor do Grande Festival de Kanto. Pewter volta a ser cenário em A Família que Batalha Unida, Fica Unida, episódio especial participante da Pokémon Chronicles, uma série de episódios especiais fora da série principal. Nele, Brock reencontra seu pai, Flint, e sua mãe, Lola.
A Capcom revelou hoje dois produtos que serão lançados ao lado deResident Evil: Revelations no Japão nas próxima ssemanas: um guia de estratégia e um álbum com a trilha sonora oficial do survival horror de Nintendo 3DS.

O guia, batizado de "Biohazard Revelations Navigation & Art", será no tamanho B5 e terá 192 páginas com estratégias para o modo campanha, completas com mapas cheios de indicações de posições de itens e criaturas, além de dicas para o modo multiplayer Raid e diversas artworks do título. Ele custará 1.365 ienes (cerca de 32 reais).


O álbum de trilha sonora, por sua vez, custará 3.990 ienes (cerca de 95 reais) e incluirá 66 faixas de Revelations distribuídas entre dois CDs. A primeira leva de unidades do álbum também incluirá um terceiro disco com a trilha sonora completa de Resident Evil: The Mercenaries 3D. Ele será lançado no dia 22 de fevereiro.



Tamanho: 8,6MB
Gênero: Aventura
Classificação: Livre
Conteúdo: Aventura


Rayman Raving Rabbids é o quarto título da série de jogos Rayman, lançado no mesmo dia do lançamento do console Wii. Logo depois o jogo foi lançado para outras plataformas. O jogo foi desenvolvido por Michael Ancel, o mesmo que criou o personagem e a série.

Tamanho: 4,11MB
Gênero: Aventura
Classificação: Livre
Conteúdo: Aventura


Ratatouille é um jogo de vídeo baseado no filme da Pixar,Ratatouille (2007). Ele foi desenvolvido atHeavy Iron Studios e lançado pela THQ, Nintendo (Gamecube só) e SCEA (PS2 e PS3apenas) em 26 de junho de 2007, dois dias antes do primeiro lançamento teatral na Rússia. Ratatouillewas lançado inicialmenteem doze sistemas-Wii, Nintendo DS, PlayStation 3, PlayStation 2, PSP, Xbox 360, Xbox, Nintendo GameCube, Game Boy Advance, Windows, Mac OS X, e Mobile tornando-o mais abrangente simultânea multi-plataforma lançamento na história da THQ.